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Todos iguais, todos diferentes?

Essa exposição integra o FOTO MIS 2019, projeto anual do MIS que dedica um espaço na agenda de programação para exposições exclusivamente de fotografias com obras de artistas nacionais e internacionais. Clique aqui para saber mais!

Pierre Fatumbi Verger foi um dentre os muitos viajantes que, através da sua obra, conseguiu criar links entre diversas culturas e entre as pessoas a estas pertencentes. A exposição Todos Iguais, todos diferentes?, por meio da apresentação de retratos realizados por Pierre Verger ao redor do mundo, pretende trazer para o público a diversidade cultural que ele encontrou e fotografou durante sua vida. As 50 ampliações em grande formato, a trintena de placas de contatos originais e uma projeção de fotografias realizadas em mais de 20 países traz um registro visual dessas culturas, enquanto um aplicativo desenvolvido especialmente para a mostra permite discutir problemáticas girando em torno da pergunta “Somos todos iguais, somos todos diferentes?”. Através desse recurso, o visitante pode ouvir curtos testemunhos de artistas e pesquisadores – oriundos dos lugares fotografados por Pierre Verger – que tratam de temáticas que abordam diversidade cultural, identidade, globalização e as consequências culturais do turismo ou do colonialismo. Junto à mostra será lançado um livro-catálogo, com prefácio de Rubens Ricupero, retomando as imagens da mostra. A exposição é realizada em parceria com a Fundação Pierre Verger e a curadoria é de Alex Baradel, responsável pelo acervo fotográfico da Fundação.

Sobre o fotógrafo

Pierre Edouard Léopold Verger (1902-1996) foi um fotógrafo, etnólogo, antropólogo e pesquisador francês, que viveu grande parte da sua vida na cidade de Salvador (Bahia). Realizou um trabalho fotográfico de grande importância, baseado no cotidiano e nas culturas populares dos cinco continentes. Além disso, produziu uma obra escrita de referência sobre as culturas afro-baiana e diaspóricas, voltando seu olhar de pesquisador para os aspectos religiosos do candomblé e tornando-os seu principal foco de interesse.

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