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Patricia Canetti
Patricia Canetti
Início dos debates das políticas públicas de cultura Em dezembro do ano passado foi instituído o CNPC - Conselho Nacional de Política Cultural pelo então ministro Gilberto Gil, do qual faço parte como titutar da... ver mais Em dezembro do ano passado foi instituído o CNPC - Conselho Nacional de Política Cultural pelo então ministro Gilberto Gil, do qual faço parte como titutar da representação da Arte Digital, tendo a artista e acadêmica Bia Medeiros como minha suplente. Ambas fomos eleitas pelo grupo Tecnopolíticas. O conselho é formado por quase 50 conselheiros, representantes da sociedade civil, incluindo os segmentos de cultura e do poder público. As reuniões ocorridas até aqui trataram mais de assuntos ligados à própria constituição do conselho, mas agora iniciam-se os trabalhos mais relacionados ao Plano Nacional de Cultura, reformas do Direitos Autorais e da Lei Rouanet, enfim, a políttica cultural propriamente dita. Como a Arte Digital é um segmento novo no MinC, não dispomos de uma colegiado setorial como os outros segmentos da cultura e, por isso, estamos pleiteando um encontro para debatermos a inserção da Arte Digital no PNC. Darei notícias sobre isso em breve.... << política cultural  cultura  arte digital  03/10/2008 18:13 0
Comunicação do MIS
Comunicação MIS
MIS 40 anos Para comemorar os seus 40 anos, o MIS ocupou todos os seus espaços no dia 4 de dezembro com atividades marcadas pela experimentação e pela conexão da arte com as novas... ver mais Para comemorar os seus 40 anos, o MIS ocupou todos os seus espaços no dia 4 de dezembro com atividades marcadas pela experimentação e pela conexão da arte com as novas mídias. <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase=" http://download.macromedia.co...; width="466" height="298" id="misVideo" name="misVideo"><param name="movie" value=" http://www.mis-sp.org.br/play...; /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="&id=65&midiamis=video&frommis=institucional" /><embed src=" http://www.mis-sp.org.br/play...; width="466" height="298" id="misVideo" name="misVideo" quality="high" bgcolor="#FFFFFF" wmode="transparent" allowfullscreen="true" pluginspage=" http://www.adobe.com/go/getfl...; flashvars="&id=65&midiamis=video&frommis=institucional" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object>... << Nenhuma 13/01/2011 19:31 0
Educativo MIS
Educativo MIS
Visita na Exposição ROJO-NOVA         Grupo: Pacientes do Hospital do Servidor Público conversando com o artista Samelo na exposição.         Grupo: Pacientes do Hospital do Servidor Público conversando com o artista Samelo na exposição. Nenhuma 28/07/2010 17:21 0
Comunicação do MIS
Comunicação MIS
Virada Cultural no MIS SUNSET PARTY com o DJ Ashley Beedle SUNSET PARTY com o DJ Ashley Beedle Nenhuma 26/05/2010 15:45 0
Grupo de estudos sobre Surround
Grupo Surround
Finalizando o dvd    No último encontro completamos todo o processo de criação de um DVD em 5.1 que desenvolvemos durante o último mês.    Sonorizamos e mixamos... ver mais    No último encontro completamos todo o processo de criação de um DVD em 5.1 que desenvolvemos durante o último mês.    Sonorizamos e mixamos alguns trechos de filmes, dando ênfase nas ambientações. Com delays e LPF criamos vários tipos de salas e ambientes, trabalhando tanto o eixo frente-surround quanto o eixo das laterais.    Foi interessante tentar acompanhar a ambiência com o movimento de câmera,  criando uma sensação de que realmente você está dentro do filme, sentindo as paredes do local, assim como alguns focos sonoros.    Uma downmix para 2.0 foi criada também, para termos dois tracks de áudio: um em estéreo e o outro em surround. O downmix não ficou tão bom quanto o surround, a melhor forma de criarmos um track em estéreo seria começar uma mixagem do zero focada nisso, e não utilizar os algoritmos para o processo, porém aproveitando alguns elementos da mix. Mas como o foco do grupo é trabalhar com surround, fizemos o downmixing segundo o seguinte esquema:    Todos os canais -3dB    Centro: -3dB, e com 0 em “Center %” - na verdade endereçamos ele para o L e R com -3dB.    Ls e Rs – endereçados para seus respectivos canais frontais com fase invertida, passa banda de 80Hz até 8K e –3dB.    LFE- descartado. Depois exportamos o material, codificamos o surround para ac3 e o downmix para stereo interleaved e autoramos um “DVD teste” com as duas tracks. Victor Guidini... << Nenhuma 28/10/2009 14:53 0
Ananda Carvalho
Ananda Carvalho
Singular/Plural: entrevista com Marcos Piffer A série Litoral Norte de Marcos Piffer  está na exposição Singular/Plural: fotografia documental em cartaz no MIS de 08 de setembro a 4 de outubro. Dentro do Projeto... ver mais A série Litoral Norte de Marcos Piffer  está na exposição Singular/Plural: fotografia documental em cartaz no MIS de 08 de setembro a 4 de outubro. Dentro do Projeto Acervo Vivo, a curadoria proposta por Rubens Fernandes Junior escolheu obras dos portfólios selecionados entre 1993 e 1994 para o Prêmio Estímulo de Fotografia, que faz parte do acervo do MIS. MIS / Ananda Carvalho - Você poderia descrever o processo de realização da série Litoral Norte? Marcos Piffer - Sou de uma geração de Paulistas que teve sua infância e adolescência intimamente ligada ao Litoral Norte de São Paulo, em uma época que a viagem de carro demorava horas por uma estrada de terra e parte dela pelas praias mesmo. O comércio era insipiente e as praias e matas estavam em parte no seu estado natural. Longe de querer ser saudosista, mas para muitos desta geração o litoral tinha um caráter sacro, de santuário. Com o asfaltamento da rodovia Rio - Santos, no início dos anos 1980, ocorreu uma ocupação desenfreada e desordenada desta região, e isto detonou em mim uma vontade e disposição de realizar uma extensa documentação dos lugares que para mim eram mais significativos. Comecei a fazer esta documentação em 1989, totalmente por minha conta, e a levei até o ano de 1999. Durante estes dez anos recebi alguns prêmios por este trabalho – Prêmio Estímulo da Secretaria de Estado da Cultura em 1995 (de onde as imagens desta mostra fazem parte) e a Bolsa de Artes da Fundação VITAE em 1996 - que ajudaram financeiramente a levá-lo adiante. É importante dizer que esta documentação não possui um caráter de registro de representação fiel do espaço. Fotografei somente o que para mim representava um apelo simbólico e estético muito forte. No final deste processo, publiquei um livro com cerca de 80 imagens, que passaram a fazer parte do acervo permanente do MAM em São Paulo. MIS / Ananda Carvalho - As imagens que estão na exposição Singular/Plural caracterizam-se como fotografia documental. Como você descreveria a sua produção atual em relação a esta temática? Marcos Piffer - Apesar de ter falado acima que realizei uma “documentação fotográfica” sempre fui muito contra estas definições ou compartimentações. Inclusive hoje temos muitos outros termos esdrúxulos como fotografia contaminada, expandida, contemporânea, etc., criados por críticos ou curadores que necessitam destas definições. Ou então, divide-se os fotógrafos entre foto-jornalistas, retratistas, paisagistas, artistas… A maneira como entendo ou processo meu trabalho, desde quando comecei a fotografar na década de 1970, foi através de grandes histórias, ensaios ou conjunto de imagens. Isto me faria um fotógrafo documental, um ensaísta, um foto-jornalista? Minha série sobre os trabalhadores do café pelo Brasil é composta por dezenas de retratos. Isto me faria um retratista? Costumo dizer que eu gosto apenas de fotografar, e que as minhas fotografias não têm a intenção de serem representativas da realidade, são “só” fotografias. Elas possuem o tanto de veracidade quanto um desenho ou uma pintura. Minha produção atual se concentra em três frentes. Uma série de imagens que chamo de “Céu/Mar” que são fotografias quase “abstratas” em cores onde o horizonte divide exatamente o quadro ao meio. Pensei esta série para ser ampliada somente em grandes formatos, e que sempre são expostas sem a identificação do local onde foram realizadas, pois isto é o menos importa. Produzo apenas uma ou duas imagens desta série por ano. A outra frente é um grande ensaio sobre a Flora da Mata Atlântica, o qual também venho realizando dispersamente há anos, mas agora faço de uma maneira mais sistematizada. Neste, eu procuro tratar cada espécie de planta como uma escultura a ser fotografada. Publicarei um livro no próximo mês com parte deste trabalho, o primeiro que publicarei em cores. E o terceiro é uma desconstrução de uma cidade, no caso Santos, através de uma série que chamo de “Anti-arquitetura”. São imagens de lugares banais e bem pouco nobres na cidade. Todos podem ser rotulados como documental. Mas para mim vão muito além disso. MIS / Ananda Carvalho - Atualmente, há uma grande discussão a respeito da representação fotográfica mediante ao desenvolvimento tecnológico. Como você se posiciona perante este debate? Ou seja, como considerar a fotografia como documento perante as possibilidades de criação digital? Marcos Piffer - Eu acredito que esta discussão deveria recuar um pouco mais no tempo, e questionar o próprio conceito ou valor de documento com relação à fotografia. Ontem mesmo (30/08/2009) saiu um artigo no Estadão sobre esta questão citando e questionando duas famosas imagens, uma do Robert Capa “O soldado caindo”, e a outra do Joe Rosenthal da bandeira americana sendo hasteada em Iwo Jima, com relação à este aspecto. Podemos adicionar neste imbróglio a clássica “O beijo” do Robert Doisneau, e inúmeras outras. Ou seja, esta discussão vem de longe e vai muito além. O importante é qual o valor atribuir a uma fotografia enquanto um documento. Eu diria mais, que independentemente do fotógrafo arrumar a cena, ou manipular a imagem posteriormente no computador, o simples ato de escolher uma determinada lente ou ângulo começa a fazer a fotografia deixar de ser isenta. Escolhemos deliberadamente como fazer a fotografia com a intenção de mostrar algo ou não, ou uma sensação ou outra. E num segundo momento, quando editamos as imagens, escolhendo algumas imagens e eliminado outras, reforçamos a intenção de mostrar somente o que nos interessa. Isto deve ser extrapolado para as linhas editoriais dos jornais, revistas, etc. e até aos posicionamentos políticos dos fotógrafos. Ninguém, a meu ver, é cem por cento isento. Sobre a questão em particular da fotografia digital, devemos considerar que a manipulação das imagens em computadores é bem mais antiga do que a atual popularização das câmeras digitais. Quando criaram o primeiro scanner e as imagens analógicas começaram a ser passadas para dentro do computador elas se tornaram digitais, e com o advento dos programas de correção ou alteração das imagens (não sei quem chegou primeiro se os scanners ou estes programas) teve início este tipo específico de manipulação. Mas voltando novamente no tempo, sabemos de correções que sempre foram realizadas ainda no tempo dos laboratórios fotográficos, desde as mais gritantes como sobreposições de negativos, recortes ou eliminação de personagens, por exemplo; ou mais sutis como leves retoques, ou alteração de tons e contraste. Leia também a entrevista com Iatã Canabrava... << fotografia  01/09/2009 18:13 0
Ananda Carvalho
Ananda Carvalho
Singular/Plural: entrevista com Iatã Canabrava A série Gangues Paulistas de Iatã Canabrava está na exposição Singular/Plural: fotografia documental em cartaz no MIS de 08 de setembro a 4 de outubro. Dentro do... ver mais A série Gangues Paulistas de Iatã Canabrava está na exposição Singular/Plural: fotografia documental em cartaz no MIS de 08 de setembro a 4 de outubro. Dentro do Projeto Acervo Vivo, a curadoria proposta por Rubens Fernandes Junior escolheu obras dos portfólios selecionados entre 1993 e 1994 para o Prêmio Estímulo de Fotografia, que faz parte do acervo do MIS. MIS / Ananda Carvalho - Você poderia descrever o processo de realização da série Gangues Paulistas? Iatã Canabrava - Sempre estive muito interessado no ser humano e em sua fantástica habilidade de agrupar-se das maneiras mais diversas possíveis. Comecei a sair na noite e freqüentar diversos Clubes e casas noturnas. Nesses espaços, percebi que havia designações para cada grupo, e pronto, estava dado o mote para o ensaio. Dos carnavalescos aos clubers, passando por punks, skaitistas, rappers, metaleiros, enfim dei um passeio pelas manifestações que naquele momento se destacavam na juventude paulistana. Eram indivíduos que expressavam de forma contundente uma busca pela identidade. MIS / Ananda Carvalho - As imagens que estão na exposição Singular/Plural caracterizam-se como fotografia documental. Como você descreveria a sua produção atual em relação a esta temática? Iatã Canabrava - Continuo me considerando um fotógrafo documental, um documentarista, um ensaísta. Entretanto mudei alguns aspectos formais no meu trabalho. Hoje prefiro a cor e um envolvimento maior com o assunto. Inclusive, pretendo retomar a pesquisa que está nesta exposição num viés mais sutil. Há grupos que não se manifestam de forma tão caricata como os que retratei. Esses grupos me interessam também. MIS / Ananda Carvalho - Atualmente, há uma grande discussão a respeito da representação fotográfica mediante ao desenvolvimento tecnológico. Como você se posiciona perante este debate? Ou seja, como considerar a fotografia como documento perante as possibilidades de criação digital? Iatã Canabrava - A fotografia nasce tecnológica. Exceto o seu período pictorialista no qual se fez um esforço para negar o sentido da própria fotografia numa busca por imitar a pintura. Extraindo-se esse período, a fotografia sempre esteve envolvida e contaminada pelas experimentações e transformações: ontem do quarto escuro, hoje da alquimia seca do pixel. Penso que apenas abrimos mais o leque e democratizamos o acesso. Leia também entrevista com Marcos Piffer... << fotografia  01/09/2009 17:06 0
Marcelo Bressanin
Marcelo Bressanin
Mis em Rede mais um http://www.mis.rj.gov.br/noti...   http://www.mis.rj.gov.br/noticia0522.asp   Nenhuma 24/06/2009 13:09 0
Marcelo Bressanin
Marcelo Bressanin
MIS em Rede De 24 a 26 de junho vários Museus da Imagem e do Som do Brasil, incluindo o MIS SP, encontram-se para discutir políticas de acervo para conteúdos digitais. De 24 a 26 de junho vários Museus da Imagem e do Som do Brasil, incluindo o MIS SP, encontram-se para discutir políticas de acervo para conteúdos digitais. Nenhuma 24/06/2009 09:54 0
Comunicação do MIS
Comunicação MIS
MIS Marca Presença na 53 ª Bienal de Veneza Daniela Bousso e Priscila Arantes, diretoras do Museu da Imagem e do Som e do Paço das Artes, e Angela Santos, assessora de projetos internacionais das duas instituições,... ver mais Daniela Bousso e Priscila Arantes, diretoras do Museu da Imagem e do Som e do Paço das Artes, e Angela Santos, assessora de projetos internacionais das duas instituições, embarcam hoje para a 53ª Bienal de Veneza no dia 2 de junho.... << Nenhuma 01/06/2009 10:33 0
Educativo MIS
Educativo MIS
Dia das Crianças MIS   por Gabí Pumtel Houve atividades para as crianças e jovens o dia inteiro no Museu da Imagem e Som, com produção de Cine copie_cole especial e Oficina de... ver mais   por Gabí Pumtel Houve atividades para as crianças e jovens o dia inteiro no Museu da Imagem e Som, com produção de Cine copie_cole especial e Oficina de Podcasting com o Grupo Gens. Contamos com a sala do auditório lotada de jovens para a exibição da sessão de cinema fechada com muita pipoca e os grupos dos Centros de Referência da Lapa, Boi Mirim e Santo Amaro. Houve produção da rádio, orientada pelo pessoal do grupo Gens, produção coletiva na perspectiva da educomunicação . A construção do filme de "terror", no MUSEU DA IMAGINAÇÂO E DO SUSTO  foi uma criação coletiva de Eduardo de Govea, Gabriela de Govea, Giúlia Capuano, Igor Costa e Flávia bello de Almeida Camargo Também podem conferir aqui os resultados e aqui... << educomunicação  oficina de podcasting  rádio gens  oficina de rádio  mis  atelier  educativo  03/12/2008 21:21 0
Educativo MIS
Educativo MIS
Visita casada entre Núcleos Educativos Mis e Paço das Artes Convite para a visita casada entre os museus Mis e Paço das Artes. Convite para a visita casada entre os museus Mis e Paço das Artes. visita casada  núcleo educativo visita  monitorada mis paço  das  artes  nucleo educativo  monitoria  mis  paço das artes  22/11/2008 14:48 0
LABMIS
LABMIS
Guilherme Lunhani “Espacialização multi-canal/simulação de ambientações sonoras interativas com auxílio de Pure-Data e modelagem física “Espacialização multi-canal/simulação de ambientações sonoras interativas com auxílio de Pure-Data e modelagem... ver mais “Espacialização multi-canal/simulação de ambientações sonoras interativas com auxílio de Pure-Data e modelagem física”   O PROJETO: A idéia do projeto de Guilherme Lunhani surgiu após experiências com  o Coletivo KD de Dança de Sorocaba, como músico co-responsável (juntamente com Rodrigo Florentino). A partir daí o artista passou a investigar como funciona o controle da localização sonora em um determinado local. Com algumas experiências, definiu  um dado material sonoro  como um objeto com um corpo com massa (como uma bola), que, quando aplicada uma certa força , é possível obter um resultado de localização de som (ainda quase -imprevisível e um pouco mais natural – através de simulação física). Com os testes e experiências foi possível notar que as características físicas são capazes de determinar o caminho do próprio som. A INTERFACE: O projeto em si terá uma tela touch screen, onde o interator a principio escolhe a localização do som com os próprios dedos, mas a idéia é que a pessoa possa interagir com a tela aplicando uma certa força nos corpos (sons-MATÉRIA). O SOM: O som será representado por esferas (pontos materiais), onde o interator  manipula a direção que irão tomar (como um jogo de sinuca). Ao ocorrerem colisões entre estas bolas, sons diferentes irão ser disparados através das caixas de som que serão inseridas no local da obra. A PROGRAMAÇÃO O software que será  utilizado para realizar a espacialização do espaço em relação ao som será o Pure-data (PD). A OBRA: No espaço serão distribuídas de 04 a 05 caixas de som, que ficarão ligadas a placa de som do computador, ou seja, ao ocorrer uma interação direta na tela, pode-se manipular o som do espaço da forma que se quer, obtendo um resultado sonoro simultaneamente.  O trabalho parte da idéia da exploração de um “gestual musical” a serviço da espacialização, e da interferência do interator no processo, pois este ao manipular os corpos (cada corpo será um som diferente), estará naturalmente interferindo no caminho destes e/ou outros sons. CONSTRUÇÃO DA OBRA: A estrutura técnica da obra será composta de uma mesa, com superfície de acrílico. Nesta superfície serão colocados leds infravermelhos. Através da técnica de FTIR (Frustrated Total Internal Reflection) uma câmera instalada no interior da mesa reconhecerá a interação (dedos) e passará as informações de localização ao computador (onde estará a programação), “liberando” o som para as caixas distribuídas no espaço. DESENVOLVIMENTO DA OBRA 23 de abril A proposta de obra para o MIS é controle espacial do som, através de sistemas multi-canais (i.e. múltiplas caixas de som). Para tanto enviei um protótipo em sistema de quatro caixas (quadrifônico). Uma característica daquele trabalho, era o controle através de uma interface retangular baseada no sistema cartesiano,  sendo que as "caixas de som virtuais" ficam nos extremos desse retângulo, indo de -1 a 1(para cada eixo) e com mudanças lineares  entre cada eixo. Para explicação de como anda a atual pesquisa, é necessário mostrar os problemas do sistema anterior. Primeiramente temos que o ser humano não baseia sua intuição em um plano cartesiano, é mais natural pensar em termos de direção (ângulo de deslocamento a um ponto de referência, a cabeça) e distância. Segundo é que a audição humana é não-linear, portanto o sistema anterior é equivocado. Neste primeiro dia de pesquisa, estou procurando construir uma interface no PD que trabalhe estas noções de direção-distância ( ou sistema polar, matematicamente falando), de forma que a distância seja relativa, tudo isso num formato circular, podendo simular mais futuramente tamanhos de salas. Para isso estou utilizando, ainda experimentalmente, bibliotecas (conjunto de informações) PDMTL feitas para o sistema multi-canal Ambisonics, onde poderíamos, em tese, ajustar a direção das caixas. 24 de abril Ocorreu na maior parte do dia pesquisas referentes ao cálculo de quanto podemos dar uma quantidade de volume para cada caixa, em relação a posição desejado do som no espaço. As tentativas ocorreram com a lib EXPR (que fundamentalmente realizam cálculos matemáticos), juntamente com as ferramentas utilizadas de ambisonics. Porém observa-s que as tentativas não foram muito efetivas, dado que nos davam resultados equivocados. A definição de uma interface gráfica melhor foi feita também, para melhores vizualizações no processo de pesquisa. Porém creio que a construção de uma interface gráfica feita em Processing é desejada, para melhor organização dos dados, e talvez até inserção de efeitos visuais. Após uma conversa com o programador Radamés, depois do debate sobre uma implementação de tela Multitouch na pesquisa, observamos que será mais efetivo desconstruir uma WebCam, do que utilizar o Wiimote, que era uma opção anterior. Também foi conversado sobre o fato de utilizarmos a ferramenta OpenSource TUIO, a mesma utilizada pelo ReacTable, já que esta nos possibilita tanto um FingerTracking (reconhecimento de uma área da superficie do dedo utilizado, e escolhendo  um ponto central), quanto comunicação com o Puredata e/ou processing. 25 de abril Após alguma reflexão pós-batente do dia anterior , percebi que n estava calculando corretamente as relação distância da caixa/posição do som. Para isso, refiz todos os cálculos, agora me baseando em matemática básica (especificamente a pitagórica), o que tornou o processo mais simples. Com isso obtive resultados mais satisfatórios, e pude obter informações de distância de localização de um ponto para cada cinco Pontos diferentes (calcula a distancia relativa a cada um desses cinco pontos) para um controle de volume. Ocorreu também problemas com relação ao sistemas Ambisonics, e essa parte deverá ser revista nos próximos dias. Mas como foi dito anteriormente, o ouvido humano n reconhece o som de forma linear, portanto estarei pesquisando formas alternativas ao Ambisonics, apenas como curiosidade, para tentar obter diferentes resultados sonoros. Contudo já é possível iniciar os testes sonoros e deixar um pouco de lado a parte matemática/programação, para determinarmos empiricamente (através de testes auditivos) quais melhores ferramentas para o produto artístico. Iniciei tb uma revisão na aplicação das modelagens físicas. Quando enviei o trabalho para o edital, simulei que um som é visto como um corpo sólido (como uma bola) dentro de um espaço de performance (um quart fechado por exemplo). Ao aplicar forças nesse corpo, este deloca-se em um espaço bi-dimensional, e então eram repassadas as informações para um plano cartesiano e adequadas matematicamente aos volumes das caixas de som (que ficam localizadas nos 4 cantos de uma sala quadrada) Hoje tentei iniciar a criação de um espaço circular, coerente com a interface proposta no primeiro dia. Um problema encontrado foi o seguinte: Existem objetos no PD que possibilitam uma interação entre massas (as bolas)  e/ou liimites físicos (paredes). Os limites físicos podem ser criados com o objeto [iLine2D] que cria uma "parede"  dado dois pontos. Existe um similar para áreas circulares, [iCircle2D], mas que não trabalha da mesma forma que o [iLine], fazendo então m trabalho de área de influência (muito bom para trabalhar influências gravitacionais). Consegui simular limites físicos quase rígidos como uma parede, mas os resultados ainda n foram satisfatórios 26 e 27 de abril Apesar de não estar trabalhando hoje no MIS, fiz algumas coisas em casa: Existe no MacBook Pro, um acelerômetro interno que percebe deslocamentos espaciais, para no caso de uma queda, o computador "perceber" que está caindo, e progteger internamente o HD.  Já existem objetos para Max/MSP e para PureData que obtem tais dados, sendo no pd o [apple/sundden_motion_sensor]. Foi um trabalho bem simples: Apenas peguei os dados referentes aos eixos X-Y, repassei para a interface de controle espacial sonoro construída no PD. Resultado: conforme mexemos,  chacoalhamos, etc. o computador, se tivermos um sistemas de 2 caixas de som ou mais, podemos desloca-lo conforme o desejado. Será feita uma demonstração em vídeo assim que possível. Após analizar bem o funcionamento do controle do Wiimote (rotação do controle, e localização em relaçao a um emissir de Raios Infravermelhos), decidi utilziar os dados de IR (infra-red), para obter localização X-Y e repassar para o PD. Para tanto utilizei uma simples vela (emite fortemente IR) e o software DarwiinOSC, que repasssa os dados, via protocolo OSC, para o PD. Mesmo obtendo resultados satisfatórios, será necessário construir um emissor de IR adequado, pois ocorriam alguns problemas. Também será feito um vídeo demonstrativo. 30 de abril Hoje, concentrei meus esforços na confecção da área circular que anterirormente disse (criação de um espaço circular delimitado por "paredes). O procedimento foi feito da seguinte forma: Ao invés de gerar um objeto para cada parede (para ter algo próximo a uma forma circular), criei um pacth que gerava estas paredes automaticamente, o que ficou em torno de 360 objetos. Escolhi 360 pela seguinte razão: cada parede é criada para cada ângulo ( == 1 grau). Iniciei a implementação dessa parte do programa com aquele que calculava distâncias entre as caixas. Devido ao fechamento do MIS, terminarei mais tarde. 1 de maio     Foi implementado no simulação física o seguinte elemento: Através do controle do mouse, temos um ponto material "mestre", o qual um usuário controla, podendo empurrar os outros ponto materias - os sons - livemente no espaço Reservei o resto do dia para o término da implementeação da simulação física com o programa de localização de pontos. Basicamente isso o dia inteiro: arrumar cálculos, adequar as duas funções. 2 de maio     Hoje finalizei umaa interface gráfica das funções aplicadas no dia anterior. Foi posséivel também aplicar neste patch a utilização do Wiimote, substituindo a versão para controle com mouse. O preocedimento foi bem simples: Me utilizei do Software DarwiinOSC, para machintosh, no qual, via Bluetooth, recebe informações pertinentes ao movimento do controle A informação utilizada (dados sobre o Infra Vermelho [IR], juntamnete com uma vela de cera, um emissor de calor [fonte de IR] ), eram repassadas para o PD via protocolo OSC, e então sendo feita uma adequação para vizualização. O resultado é um controle interativo donto material "mestre", que vai direcionando os sons para posições que podem vir a ser inesperadas. O desejo por uma construção de uma inerface gráfica final melhor é objetivada a ser feita em processing, q poderá ter uma comunicação com o PD controlando a saída sonora 3 de maio Para este dia foi reservado uma pesquisa nos seguintes tópicos: Como uma possível interface está praticamente feita no PD, iniciei uma pesquisa de como fazer isso no Processing. Tenho em mente o seguinte para o processing: Creio que a utilização deste software pode vir mais de encontro com uma comunicação mais efetiva com um hardware multitoque do que o PD, além de o próprio processing trabalhar melhor com imagens do que o PD. Iniciei uma listagem de possíveis interações sonoras a cada vez que o som se choca, será iniciada uma pesquisa com relação a granulação do som Foi dedicado também tempo ao estudo de curvas acústicas antes de orientações 4 de maio Foram encontradas solucões que podem resolver problemas para a cosntrução da mesa touch screen: Para a questão de calor: Existia um problema pensado referente ao calor liberado pelo projetor, que poderia esquentar o acrílico e equipamentos dentro da mesa. Foi encontrada uma informação no site http://www.maximumpc.com/arti... que diz que pode-se usar uma lente que "absorve" calor e radiações IR (que poderiam atrapalhar a identificação da interação.) no projetor Encontramos também um programa que descartará a necessidade de desmontagem de uma webcam para especializá-la em camera de IR. O programa é o tbeta, open-source e multi-plataforma, que pode ser encontrado no site http://ccv.nuigroup.com/, e faria a comunicação com um objeto para PD jah construido pelo NUIgroup (e testado pelo artista). 7 e 8 maio Nestes disa foram conversadas, com o progrmador Radamés do labMIS, as possibilidades e métodos de uso dos programa tbeta, processing , e puredata, para a captação de imagem, processamento da GUI (Graphical User Iterface) e processamento do áudio (DSP). O tbeta (http://ccv.nuigroup.com/), é um programa open-source em que podemos captar uma imagem, e filtrar as informações referentes a quantidade de luz, transformando em manchas, que podem ser convertidas em pontos Cartesianos. Obtendo essas informações dos eixos, poderemos repassar as informações da seguinte maneira:              TBETA                  /                 /                  /                   /        Processing  PureData        (GUI)       (DSP)       Foi conversado também que nesse esquema pode-se ter o risco de um atraso da resposta visual em relação à resposta sonora. Portanto também vai ser testada o seguinte esquema, apesar de já esperarmos alguns problemas de tempo de processamento com ela:     TBETA ----> Processing ----> PureData       Apenas esperamos a obtenção dos materias para iniciarmos a construção do hardware.   9 maio Foram discutidas, junto com o colega residente Alexandre Fenerich as possibilidades de resultados sonoros em função das interações gráficas. Vimos que o uso de técnicas de granulação sonora uma boa possibilidade artística. O resultado sonoro se daria da seguinte forma: um corpo material, que representa um sinal de áudio, terá representações numéricas em uma tabela (o som é graficamente representado nesta tabela) A técnica de granulação que utilizaremos será reorganizarmos pequenas partes do sinal de áudio, de forma que seja semelhante às técnicas de síntese granular. A cada interação dos corpos materiais, ocorre uma granulação sonora Poderiam ser classificados grupos de classes de som, onde cria-se uma regra que, quando há uma interação entre sons de mesma classe (corpos materiais), não ocorrem tais granulações, permitindo que o usuário/ouvinte tente descobrir a regras da instalação por si. 10 de maio Dediquei-me hj tanto ao estudo da implementação da interface gráfica em processing, estudando a lib de simulação física BoxWrap2D; quanto ao estudo de implemetação de granulação sonora no PD. Granulação sonora seria como obter pequenas partículas sonoras a partir de um sinal de áudio: uma gravação, um sintetizador, etc... O efeito desejado para a instalação é o seguinte: dada uma interação entre corpos-sons, a forma como será procedida a granulação sonora será em função da intensidade da interação, sendo pesquisada a quantidade, tamanho e tipo de espacialização dos grãos sonoros a serem liberados. Cogita-se tb a idéia de dividirmos em classes os corpos-sons, sendo que iremos poder obter diferentes tipos de processamento de grãos dadas as interaçãoes entre classes. 11 de maio Iniciei um processo de esquematização da composição musical a ser direcionada para a instalação, sendo que me basearei nas seguintes divisoes: duas classes de sons: Acústicos e eletroacústicos, sendo que a quantidade de isntrumentos acústicos planeja-se entre 3 ou 4, e eletronicos em 2 ou 3 3 formas de apresentação sonora: sonoridades lisas, sonoridades rugosas, sons breves As partes, apesar de serem planejadas como um todo, terão durações diferentes, de forma que nunca sejam coincidentes (na medida do possível) o início destas partes, tentando criar uma música que se re-construa no tempo, mantendo-a sempre diferente. Base-ei-me de certa forma no conceito de tempo do compositor francês Messiaen 24 de maio a 31 de maio Foi iniciado a construção, dentro do PureData da comunicação entre o programa TBETA e o próprio PureData. O processo se deu pela utilização do objeto [TuioClient], oferecido no proprio site do TUIO (http://www.tuio.org/?software) , que recebe as informações de posição de dedos na tela touchscreen, via protocolo OSC. Foram feitas melhorias na interface gráfica feita no PureData, tornando-a mais acessível e visualmente melhor para possíveis usuários. Apesar da placa de acrílico ter chegado, ainda não foi possível iniciar a construção da mesa, sendo que ésta será baseada na placa. As conversas com o Sílvio Ferraz se deu da seguinte maneira: Foi observado o fato que a própria idéia da instalação, quando ocorrem as interações entre os sons (choque entre eles), proporciona uma forma musical, baseada em ciclos musicais: Um momento musical sem interação, onde de certa forma, a estrutura permanece plana e inalterada, e quando ocorrem estas interações (manipulação pelos usuários), voltando depois para a estrutura plana Apesar de apresentar uma certa proposta musical, preocupou o artista residente pelo fato de estar em uma fase que evita propostas artísticas com alternância entre apenas duas camadas (aqui a da “estutura inalterada” e a “estrutura modificada”). Estarei buscando por uma proposta com mais multiplicidades. As conversas com o orientador Tuti se deram basicamente em resoluções práticas das propostas artísticas, i.e., resoluções na parte de programação e cálculos para a espacialização física. 2 de junho a 7 de junho Foram feitos testes obtendo informações do Tbeta e jogando-as para o PD. Infelizmente o software testado (em um computador Machintosh) está aguentando processar os dados referentes a posição, e simulação física com uma média de 2h 30 min. Após este tempo o programa trava, e é necessário reiniciá-lo. Foi comentado com o orientador José Fornari o fato ocorrido, sendo que este, duerante a orientação me ajudou a limpar erros de programação. Houve melhorias no patch do PD, mas apenas houve um tempo maior entre o tempo de uso, e o “crash” do programa. Portanto, devemos apontar como solução satisfatória a utilização do Processing para processamento da interface gráfica. Juntamente com o programador radamés, iniciamos um processo de construção com bibliotecas de simulação física, entre elas:  a BoxWrap2D http://jbox2d.nfshost.com/pro... TraerPhysics( http://www.cs.princeton.edu/~...). O programador Radamés fez uma implemetação física com o TraerPhysics, mas este não apresenta uma simulação de colisões físicas, idealizadas para este projeto. BoxWrap2D apresenta simulação de colisões, mas a documentação, um tanto confusa, está nos impedindo de desenvolver com esta biblioteca. Estamos tentando implemetar com VerletPhyscs, possue uma documentação um pouco melhor, mas ainda não está pronto. Wilson Sukorsky apresentou novamente idéias, me mostrando programas feitos em flash que trabalhavam com mesas sensíveis ao toque, que basicamente modificavam a altura de frequências, mudanças de filtragem. Estes processos estão sendo estudados em como aplicar no software SuperCollider, uma vez que está se mostrando mais eficiente para modificações em tempo real do que o PureData. Silvio Ferraz apresentou programas feitos em Max/MSP (muito similar ao PureData) de processos de granulação sonora, no qual se mostravam similares a processos de action painting de Pollock. A visão do orientador mostrou a possibilidade que a instalação tem para com processos de acão do usário da mesa. Os “respingos sonoros” feitos pelos usuários da Mesa Espacializadora, seriam repassados diretamente para as caixas de som, espacializando de maneira randômica. 9 de junho a 14 de junho Conseguimos Implementar no Processing, através da biblioteca TUIO_Processing, uma sincronização entre o software Tbeta (captação das imagens da WebCam) com o processing rodando dentro de um Machintosh. Houve necessidade de implementação de algumas funções matemáticas para correção da posição das mãos dentro do Processing. Esta semana, eu e o progrmador radam´se deu basicamente nas pesquisas de como seriam implementadas as bibliotecas entre comunicação entre o PD e o processiing, sendo através do protocolo OSC . Uma possível separação entre o processamento visual e sonoro pode resultar numa otimização dos processos, causando menor chance de “crashes” dentro dos softwares. O estudo do software SuperCollider está se mostrando mais eficiente para os processos de processamento do áudio, tanto em síntese sonora, quanto a parte de espacilização. Teremos qe esperar até a próxima semana pelas modificações necessárias à mesa, para iniciarmos alguma implemetação final entre software (programas de interação) e hardware (mesa sensível ao toque). Houve ainda tentativas de melhorias no software (patch) feito no PD, para que possamos ter pelo menos um software em mãos, enquanto o que está sendo feito em Processing não é finalizado. Será feita também uma tentativa de separação de funções somente entre patchs de PD. 16 a 22 de Junho: Foram feitas modificações na mesa de madeira, para adequarmos algumas coisas, tais como o projetor, espelho e LEDs IR (infraVermelho) Inicialmente foram feitos alguns furos próximos ao local onde colocaremos o acrílico,para posicionarmos  os LEDs. Após isso foi feita uma porta , localizada na lateral da mesa, para Possíveis ajustes internos que poderão ocorrer, tais como ajuste de projetor, ajuste de espelho, etc... Por último foi feito um suporte para o projetor, perto da parte superior da mesa, embaixo da placa de acrílico . Enfrentamos problemas nessa última parte , pois mesmo achando um bom ajuste entre projetor e espelho, o resultado não era satisfatório, pois alem de não ocupar toda a superfície de acrílico,  uma parte do trajeto da luz do projetor refletida pelo espelho, passava pelo próprio projetor, barrando parte da projeção. Talvez seja necessário também aumentar a altura da mesa. Será feita na próxima semana, um teste colocando o projetor no chão. Quanto a parte de programação, após conversas como programador Radmés, uma separação entre softwares, colocando um software responsável  pelo processamento da imagem em um computador (processing e Tbeta), e jogando as informações, via protocolo OSC, para outro computador (em rede), rodando um programa responsável pelo processamento de áudio (Puredata e/ou SuperCollider). Essa implemetação de comunicação obteve sucesso, ao comunicarmos um computador com Linux (rodando Processing e tbeta) a um Machintosh (rodando o PD).  Porém o processamento da imagem não obteve o mesmo resultado que foram obtidos no Machintosh ( talvez por ajustes de código). As conversas com os orientadores foram muito frutíferas no campo intelectual/artístico, sendo que mesmo sem um dialogo entre os orientadores, foi observado que ambos chagavam às mesmas propostas (para o artista residente) artísticas, cada um a sua maneira. Estas propostas se davam no caminho de como a posição de dos dedos  na mesa irá controlar  parâmetros sonoros. O orientador José Fornari continua a propor mudanças nos parâmetros de granulação sonora dependendo da posição X/Y no espaço de performace, mudando por exemplo o caminho de execução do áudio (áudio sendo tocado normalmente, ou de trás para frente, mudança de velocidade, altura dos grãos sonoros, quantidade de grãos, etc.) Wilson Sukorsy, propôs mudaças paramétricos do som, tais como a freqüência,aplicação de filtros sonoros, métodos de síntese, e até mesmo a apresentação de cores específicas para cada um do som (caracterizando-os na interface gráfica), dependendo em função da posição, sendo que a mudança da posição também mudará a cor. Silvio Ferraz propôs, quase no mesmo caminho que Sukorsky, uma mudança na harmonicidade de sons eletrônicos , criando espectros sonoros mais “fechados” ou mais “abertos” em função da posição. Propostas de como obter essas harmonias se davam por misturas na síntese FM e AM. O artista, com essas idéias, refletiu e chegou a uma proposta na qual teríamos várias bolinhas na interface gráfica,  agrupadas por características sonoras (e elas mesmas, sons). Uma certa quantidade de bolinhas define um som, com diferentes qualidades. As mudanças de posição de cada bolinha no espaço iria alterar qualidades inerentes a essas características. Alem disso, outra proposta se deu no caminho de que teríamos os sons representados por bolinhas que se movimentam no espaço, mas o que pode mudar as características de cada som, são as posições dos dedos na mesa; Cada dedo modificaria um parâmetro randômico de um certo som, alem de mudar sua posição no espaço. Se relembrarmos o que foi descrito na primeira semana (sobre “estruturas inalteradas” e “estruturas modificadas sonora e espacialmente”) este poderia ser um terceiro parâmetro, que “modifica a estrutura modificada”, i.e., modifica os próprios parâmetros de interação sonora.  ... << Nenhuma 08/05/2009 15:33 0
henrique iwao jardim da silveira
henrique silveira
oficina de sampleamento radical - introdução O aproveitamento de pedaços de som retirados de seu contexto musical original atingiu sua expressão e potência máxima nas práticas de Sampleamento Radical, ou,... ver mais O aproveitamento de pedaços de som retirados de seu contexto musical original atingiu sua expressão e potência máxima nas práticas de Sampleamento Radical, ou, como o pioneiro John Oswald chamou, de Plunderphonics (Pilhagem Sonora). Nestas, convergem a utilização de samples como principal recurso para a construção musical, e uma postura crítica-reflexiva acerca das tecnologias de gravação, distribuição e reprodução musical. Na oficina, os participantes desenvolvem, por meio de exercícios de escuta, sampleamento e de edição sonora, músicas e experimentos. Uma reflexão sobre essa produção resulta em pequenos textos sobre os trabalhos, e trocas de informações. A partir de textos de Chris Cutler, John Oswald e de depoimentos de alguns dos artistas mencionados acima, um breve histórico do Sampleamento Radical é apresentado e são discutidos os conceitos envolvidos.... << sampleamento  plundephonics  pilhagem  sonora  colagem  música  eletrônica  eletroacústica  experimental  09/04/2009 13:10 0
Educativo MIS
Educativo MIS
oficina copie_cole 23/11/2008 Por Gabí Pumtel Durante o Mês de Outubro de 2008, as oficinas do cine copie_cole, produzidas pelas educadoras do museu da imagem e do som, foram temáticas, seguindo o... ver mais Por Gabí Pumtel Durante o Mês de Outubro de 2008, as oficinas do cine copie_cole, produzidas pelas educadoras do museu da imagem e do som, foram temáticas, seguindo o conteúdo dos filmes exibidos no Auditório do MIS No dia 23/11 a atividade contou com a participação de personagens criados pelas famílias presentes. Após assistirem a Deu a louca na Cinderela os participantes fizeram fantasias às avessas, e renomearam através de suas características pessoais, uma mistura de "criador e criatura". Felipe Kyrillos, criou Mango Luisa Kyrillos criou Fridamá Julia Spilborghs criou Maga Sandra Spilborghs criou Sapa Carol Leite criou Mangui... << personagens  copie cole  educativo  deu a louca na cinderela  atelier  oficina copie cole  fantasias  educatico  adereço  23/11/2008 18:06 0
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