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[CURSO MIS ]

Psicologia e Da Vinci

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De formas distintas, Sigmund Freud e Carl Gustav Jung refletiram sobre a relação entre o processo criativo do artista e sua condição psíquica. Freud acreditava que o passado do criador poderia se manifestar em sua obra ao longo da vida, já Jung via no processo criativo a manifestação do espírito do tempo por meio de símbolos constantemente recriados pelos artistas. Nas perspectivas da Arteterapia e da Musicoterapia, as duas visões podem se intercambiar, uma vez que os processos de criação são vistos como forma de recuperar traumas e também de manifestar aspectos do inconsciente coletivo. Assim, neste curso, pretendemos observar o processo criativo de Leonardo Da Vinci na tela “Santana, a virgem e o menino”, datada de cerca de 1503-1519, como uma experiência carregada de valor psicológico, que revela uma espécie de confissão do artista sobre sua história pessoal, a saber, o complexo de abandono materno.

O objetivo deste curso é refletir sobre a função psicológica na obra de Leonardo Da Vinci, especialmente a partir do texto “Uma lembrança de infância de Leonardo Da Vinci”, de 1910, de Sigmund Freud e das críticas de Carl Gustav Jung sobre este texto em “Sigmund Freud, um fenômeno histórico-cultural”, de 1932. Diante do contexto da vida pessoal de Da Vinci e da cultura renascentista em que se produzem suas obras, analisaremos a “Santana” e a “Monalisa” como manifestações do complexo de abandono materno de seu autor. Complementarmente, discutiremos a função confessional da obra de arte a parti de uma perspectiva terapêutica. Os alunos deverão ser capazes de identificar e reconhecer a obra de arte como discurso confessional em um contexto sociopsicológico a partir do caso analisado.

Sobre o professor
Marcello Gabbay é músico, compositor e professor universitário. Doutor e Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ, com estágio doutoral na Université Paris-Descartes (Sorbonne V), e Especialista em Musicoterapia Preventiva e Social pela FMU. Autor de diversos artigos científicos publicados em periódicos no Brasil, na América Latina e na Europa, e de artigos jornalísticos sobre música popular. Autor do livro “Música Popular e Comunicação Poética” (Ed. Appris, 2017). Já compôs trilhas e música original para peças de teatro, instalações e curta-metragens.

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