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Cidadão SP
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O Bate-papo de Cinema Pontos MIS realiza, aos sábados, exibições de filmes seguidos de debates ao vivo no YouTube do Museu, buscando trazer membros da equipe dos filmes, pesquisadores da área, críticos de cinema, jornalistas e agentes cinceclubistas para discutir sobre a obra e apresentar curiosidades da produção.  

Esta edição integra a Mostra Babenco, que apresenta três obras de um dos mais importantes cineastas do Brasil ao longo de três sábados deste mês em que o MIS comemora seus 51 anos e no ano em que ele competaria 75. A Mostra acontece em parceria com a Spcine Play e HB Filmes.  

“O beijo da mulher aranha” (dir. Hector Babenco, Brasil, drama, 1985, 120 min, 14 anos)  representou um marco na emergência do cinema brasileiro no cenário internacional, além de ter sido a obra que lançou Sônia Braga no exterior. Narra a história de dois presos que convivem nos porões da ditadura latino-americana, sendo protagonizado por William Hurt, vencedor do Oscar pela sua atuação como Molina, um homossexual que divide cela com Valentim, revolucionário gravemente ferido pelas torturas sofridas. Molina tenta mantê-lo vivo por meio de suas histórias fantásticas em que mistura fatos reais com trechos de filmes. O flme fica disponível para ser assistido de 13.05 (a partir das 11h) a 15.05 com inscrição por meio deste link

O bate-papo conta com as participações de Simone Zuccolotto (jornalista, diretora, roteirista e crítica de cinema), Myra Arnaud Babenco (diretora da HB Filmes e filha do cineasta), Michelle Britto (cineclubista da Spcine) e mediação de Bruno Cucio (professor, cineasta, sócio da Travessia Filmes e coordenador pedagógico do INC).

Assista ao vivo no canal do MIS no YouTube. (com interpretação em Libras)

Sobre as convidadas

Simone Zuccolotto tem experiência na editoria de cultura há mais de 25 anos, especializada em cinema, com passagens pelo Multishow, TV Cultura, TVE, Valor Econômico, entre outros. Atualmente, é diretora, roteirista e repórter do Canal Brasil, onde apresenta o programa Cinejornal; é âncora de eventos ao vivo, como Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Festival de Gramado, Prêmio Platino, entre outros. É crítica de cinema do Jornal O Globo, membro da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e colaboradora de publicações especializadas.  

Myra Arnaud Babenco é uma produtora de cinema e curadora de arte brasileira. É diretora executiva da HB Filmes, produtora do falecido cineasta Hecto Babenco, seu pai. Desde 2017 é responsável pelo projeto de restauro de sua filmografia. 

O esforço começou como convite de Martin Scorsese para restaurar o filme “Pixote” de 1985, pela The Film Foundation, disponível no World Cinema Project da Criterion Collection. De 2008 a 2018, dirigiu a Raquel Arnaud Art Gallery. Foi responsável pelo departamento comercial e pelo mercado internacional e de ligação, onde participou de feiras pela Europa, Estados Unidos e América Latina. Antes disso, atuou em instituições financeiras no Brasil, na área de Private Banking. O documentário “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou” é sua estreia como produtora de cinema. Estreou no Festival de Cinema de Veneza 2019, onde ganhou o prêmio de Melhor Documentário na competição oficial de Clássicos de Veneza, e também o Prêmio da Crítica Independente – Bisato D’oro. 

Michelle Brito, 23 anos, moradora da zona leste de São Paulo, é atriz, poeta e cineasta formada pelo Instituto Criar de TV e Cinema e Novas Mídias. Atualmente, cursa Rádio e TV, e Filme&Lab. É membro do coletivo periférico de audiovisual Varal.  

Sobre o mediador

Bruno Cucio é mestrando no departamento de artes da Unesp e sócio da Travessia Filmes. Desde 2009 atua em projetos audiovisuais voltados à produção artística e à formação de público. Foi produtor executivo do longa-metragem “Para’í”, exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. É também professor e coordenador pedagógico do INC – Instituto de Cinema de São Paulo. 

SOBRE O #MISEMCASA
A campanha #MISemCASA traz conteúdos em diferentes formatos em todas as plataformas digitais do MIS. A ação acontece em conjunto com o #Culturaemcasa, desenvolvido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por conta da orientação do Centro de Contingência do Covid-19 – que determinou que os equipamentos culturais do Governo do Estado de São Paulo tenham seu funcionamento suspenso temporariamente. Conheça a ação #culturaemcasa: cultura.sp.gov.br/culturaemcasa/.

O MIS agradece aos patrocinadores, apoiadores e patronos da programação, que também apoiam a iniciativa digital #MISemCASA: Youse (patrocínio máster), Kapitalo Investimentos (patrocínio), Cielo (patrocínio), TozziniFreire Advogados (apoio institucional), Bain & Company (apoio institucional), Telhanorte (apoio operacional), Itaú (patrono) e Lefosse (patrono).

Galeria de Fotos

Assista #misemcasa