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O MIS está com as portas abertas de quinta a domingo. Confira as regras para uma visitação segura.

O programa Memória do cinema colheu depoimentos de importantes nomes do universo cinematográfico brasileiro que são incontornáveis para a compreensão da evolução da forma de fazer cinema no Brasil e suas nuances, técnicas e gêneros. Neste episódio, apresentamos uma edição especial do depoimento de Máximo Barro, realizado no MIS, em parceria com a Heco Produções, em 2012.

Máximo Barro é montador, produtor e pesquisador de cinema há muitas décadas. Durante seu período de atuação na indústria cinematográfica se ocupou da montagens de filmes como As aventuras de Pedro Malasartes (1960) e O corintiano (1966), ambos na companhia de Amácio Mazzaropi.

Professor no curso de Cinema da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), atualmente é responsável pela filmoteca da universidade, da hemeroteca de publicações sobre audiovisual e coordena o suporte a pesquisadores independentes.

É autor de diversos livros sobre o universo cinematográfico de gerações distintas como A primeira sessão de cinema em São Paulo, Caminhos e descaminhos do cinema paulista - a década de 50 e Participação italiana no cinema brasileiro, além de biografias como dos atores Sérgio Hingst e José Carlos Burle, do diretor e produtor português Agostinho Martins Pereira e do maestro Rogério Duprat.

Em 2019 Máximo contribui com a pesquisa para a adaptação brasileira da exposição Musicais no Cinema, realizada em parceria com a Philharmonie de Paris

 Neste depoimento ao MIS ele fala sobre seu primeiro contato com o cinema, os filmes que marcaram sua vida como Uma Noite no Rio (1941), com Carmen Miranda, conta sobre as mudanças no cinema nacional a partir da fundação da Cia. Cinematográfica Vera Cruz, entre outros impactos e episódios da produção cinematográfica brasileira.

Outros depoimentos de importantes personalidades do cinema brasileiro, como Rogério Sganzerla, Nelson Pereira dos Santos, Tizuka Yamazaki, Cacá Diegues, Jean-Claude Bernardet e Eduardo Coutinho, podem ser acessados pelo Acervo Online.

Confira o bate-papo.

SOBRE O #MISEMCASA

A campanha #MISemCASA traz conteúdos em diferentes formatos em todas as plataformas digitais do MIS. A ação acontece em conjunto com o #Culturaemcasa, desenvolvido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por conta da orientação do Centro de Contingência do Covid-19 – que determinou que os equipamentos culturais do Governo do Estado de São Paulo tenham seu funcionamento suspenso por até 30 dias a partir de 17 de março. Conheça a ação #culturaemcasa: cultura.sp.gov.br/culturaemcasa/.

O MIS agradece aos patrocinadores e apoiadores da programação 2020, que também apoiam a iniciativa digital #MISemCASA: Youse (patrocínio máster), DENSO Brasil (patrocínio), Kapitalo Investimentos (patrocínio), Cielo (patrocínio), e TozziniFreire Advogados (apoio institucional).

O filme À meia-noite levarei sua alma foi lançado em 1964 e atualmente faz parte da lista dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos feita pela Abraccine. O longa conta a história do cruel agente funerário Zé do Caixão que vive a obsessão de encontrar a mulher superiora, capaz de gerar o filho perfeito e perpetuar o seu sangue. Para isso, não hesita em matar todos que ousam interferir em seu plano.

Galeria de Fotos

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