Programação paralela da exposição “Território de passagem”
21.08
22.08
Data
21 e 22.08
Horário
Horário variado
Ingresso
Gratuito (retirada com uma hora de antecedência na bilheteria física do MIS)
Local
Auditório LABMIS (64 lugares)
Classificação
10 anos
21.08, sexta-feira, às 19h | Bate-papo “Videoarte no Brasil: história, linguagem e práticas”
Como parte da programação paralela da exposição “Território da passagem”, da artista Ruchita, o MIS recebe o bate-papo “Videoarte no Brasil: história, linguagem e práticas”. A atividade propõe uma conversa sobre a importância da videoarte como linguagem estética na arte contemporânea, a partir da exibição de trechos de obras históricas do acervo do MIS e de outros materiais de referência. O mote é a produção brasileira das décadas de 1970 a 2000. A conversa tem a participação da artista Márcia Beatriz Granero, do curador Brunno Almeida Maia e da artista Ruchita.
Participantes
Ruchita é uma artista multimídia, com produção nas áreas de fotografia, instalação, vídeo e performance. Graduada em comunicação audiovisual pelo International Fine Arts College, em Miami, desenvolve uma pesquisa voltada a questões existenciais, explorando as relações entre tempo, espaço e percepção. Realizou exposições individuais como “Estou/Sou” (2024, Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica) e “Face à Impermanência” (2023, Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina), além de participar de mostras no Brasil e no exterior. Seus vídeos e videoartes já integraram mais de vinte festivais internacionais, com seleções e premiações em cidades como Paris, Milão, Londres, Tóquio e Nova York.
Márcia Beatriz Granero é artista visual, pesquisadora e curadora, formada pela Faculdade Belas Artes de São Paulo. Desenvolve sua produção principalmente em videoarte, linguagem à qual também dedica sua pesquisa sobre a atuação de mulheres pioneiras no Brasil. Foi idealizadora e mediadora do programa “VideoArtePapo”, realizado no MIS entre 2020 e 2023, e assinou curadorias como “Vídeo, substantivo feminino” (2022, Pinacoteca de São Bernardo do Campo), “Videoarte: Acervo MIS” (2022, MIS-SP) e “Mostra Basileña: pioneiras da videoarte” (2024, Madri, Espanha). Também atua na formação de artistas e pesquisadores por meio de cursos, oficinas e projetos de difusão da videoarte.
Brunno Almeida Maia é pesquisador, curador e professor. Doutorando em arquitetura urbanismo pela FAU-USP e mestre em filosofia pela Unifesp, é autor de “Tempos de exceção: ensaios sobre o contemporâneo” (2025, n-1 edições) e desenvolve pesquisas nas áreas de moda, arquitetura e cultura visual. Atua como curador de exposições e programas em instituições como Casa Museu Ema Klabin, Casa Museu Eva Klabin, MIS, Sesc-SP, além de lecionar em universidades e instituições culturais.
21.08, sábado, das 10h às 18h | Oficina “Entre o corpo e a imagem: experimentações em videoarte”
Como parte da programação paralela da exposição “Territórios de passagem”, da artista Ruchita, o MIS recebe a oficina “Entre o corpo e a imagem: experimentações em videoarte”, ministrada pelo curador Brunno Almeida Maia, com participação de própria artista. A atividade propõe uma imersão introdutória e experimental nos campos da videoarte e da performance, tendo o corpo como eixo central de investigação.
A oficina começa com uma aula expositiva conduzida pelo curador da mostra, abordando a a relação entre imagem e corpo na história da arte, seguida de uma conversa aberta com o público sobre o processo criativo de Ruchita. No período da tarde, os participantes são convidados a desenvolver experimentações práticas em videoarte utilizando dispositivos acessíveis, como celulares, a partir de um disparador comum relacionado a memórias pessoais, corpo e tempo. As experimentações poderão ocorrer tanto nos espaços internos do museu quanto em seus arredores, ampliando a relação entre corpo, imagem e cidade.
“A oficina não tem como objetivo oferecer uma formação técnica sobre como ‘fazer videoarte’, mas sim criar um espaço de reflexão, experimentação e elaboração de proposições autorais a partir de repertórios históricos, conceituais e sensíveis ligados à imagem, ao corpo e à performance”, explica Almeida Maia. “Nosso desejo é que os participantes possam vivenciar a videoarte como um campo de investigação poética, em que o gesto, a presença e o tempo se tornam matéria para a criação.”
Participantes
Ruchita é uma artista multimídia, com produção nas áreas de fotografia, instalação, vídeo e performance. Graduada em comunicação audiovisual pelo International Fine Arts College, em Miami, desenvolve uma pesquisa voltada a questões existenciais, explorando as relações entre tempo, espaço e percepção. Realizou exposições individuais como “Estou/Sou” (2024, Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica) e “Face à Impermanência” (2023, Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina), além de participar de mostras no Brasil e no exterior. Seus vídeos e videoartes já integraram mais de vinte festivais internacionais, com seleções e premiações em cidades como Paris, Milão, Londres, Tóquio e Nova York.
Brunno Almeida Maia é pesquisador, curador e professor. Doutorando em arquitetura urbanismo pela FAU-USP e mestre em filosofia pela Unifesp, é autor de “Tempos de exceção: ensaios sobre o contemporâneo” (2025, n-1 edições) e desenvolve pesquisas nas áreas de moda, arquitetura e cultura visual. Atua como curador de exposições e programas em instituições como Casa Museu Ema Klabin, Casa Museu Eva Klabin, MIS, Sesc-SP, além de lecionar em universidades e instituições culturais.




