Quebrando a cara
Doc.MIS
24.09
QUI
19H
Data
24.09
Horário
19h
Ingresso
Gratuito (retirada com uma hora de antecedência na bilheteria física do MIS)
Local
Auditório MIS (168 lugares)
Classificação
Livre
Doc.MIS é o programa do museu que exibe mensalmente documentários seguidos de conversas com integrantes da produção da obra ou especialistas no assunto tratado. O projeto é mais uma oportunidade de reflexão e expansão de olhar promovida pelo MIS através de um estilo audiovisual responsável por alargar os horizontes com visões e temas, momentos históricos e personagens novos ou pouco explorados.
Em setembro, o programa promove a exibição da obra Quebrando a cara, do diretor Ugo Giorgetti. O documentário registra a vida do maior boxeador brasileiro de todos os tempos, Éder Jofre, que foi campeão mundial de peso galo e peso pena. O filme mistura imagens de suas lutas com depoimentos. Após a exibição, haverá um bate-papo com o diretor do filme.
Sobre o documentário
Quebrando a cara
(dir. Ugo Giorgetti, 1986, Brasil, 77 min, 10 anos)
A trajetória do boxeador Éder Jofre, duas vezes campeão mundial, se entrelaça à história das famílias Zumbano e Jofre e à própria cidade de São Paulo. Entre depoimentos de familiares, lembranças e registros de algumas das principais lutas de Éder, o filme revisita as origens de um dos maiores nomes do boxe brasileiro e revela o universo social e afetivo que se formou ao redor dos ringues paulistanos. Mais do que uma história de conquistas esportivas, Quebrando a cara investiga a luta, a persistência e o desejo de vencer em meio às dificuldades que marcam a trajetória de seus personagens.
Sobre o convidado
Ugo Giorgetti é cineasta, roteirista e cronista. Iniciou sua carreira na publicidade e, a partir dos anos 1970, passou a se dedicar ao cinema, realizando documentários e filmes de ficção. Sua obra é marcada por um olhar particular sobre São Paulo, seus espaços, personagens e transformações sociais. Entre seus principais trabalhos estão Quebrando a cara (1986), Festa (1989), vencedor do Festival de Gramado, Sábado (1995), Boleiros – Era uma vez o futebol (1998), Uma outra cidade (2000), O príncipe (2002), Cara ou coroa (2012) e Uma noite em Sampa (2015). Também atuou como cronista de futebol no jornal O Estado de S. Paulo. Em 2024, recebeu o Prêmio FCW de Cultura pelo conjunto de sua trajetória. Ao longo de mais de quarenta anos de carreira cinematográfica, dirigiu 22 obras, sendo a mais recente o documentário Alberto Dines – Vínculos de liberdade, lançado em 2026. O diretor se tornou uma das vozes mais singulares do cinema paulista, construindo uma filmografia profundamente ligada à memória, à cultura e aos personagens da cidade




