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Ciclo de Cinema e Psicanálise | É como se ninguém me entendesse

Após a sessão, haverá um debate com o psicanalista Flávio Gosling e a jornalista Laura Mattos

Data

17/10/2023

Horários

19h

Ingresso

Gratuito (retirada com uma hora de antecedência na bilheteria do MIS) 

Classificação indicativa: 16 anos 

A cada edição, o Ciclo de Cinema e Psicanálise apresenta um filme no Auditório MIS, seguido de debate mediado por Luciana Saddi, coordenadora de cinema e psicanálise da Diretoria de Cultura e Comunidade da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP). Em seguida, o público pode participar com perguntas, integrando novas perspectivas sobre a obra discutida. 

Na edição de outubro, que acontece em parceria com a Looke Filmes, o programa exibe o filme “É como se ninguém me entendesse,” produção dirigida por Vincent Grashaw. Após a sessão, haverá um debate mediado por Luciana Saddi com a presença do psicanalista Flávio Gosling e da jornalista Laura Mattos.

Sobre o filme
É como se ninguém me entendesse 

(dir. Vincent Grashaw, EUA, 2018, 99 min, 16 anos) 
Baseado no aclamado romance “Project X”, de Jim Shepard. No cruel mundo da pré-adolescência, Edwin e seu amigo Flake sofrem bullying diariamente na escola e se sentem incompreendidos por suas famílias. Até que um dia eles planejam uma vingança que pode finalmente libertá-lo. 

Sobre os debatedores 
Flávio Gosling
é médico psiquiatra e psicanalista. Mestre em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina da USP. Membro associado da Sociedade Brasileira de Psicanálise. 

Laura Mattos é jornalista e mestre em Comunicação pela USP, onde integra o grupo de pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade. É autora do livro “Herói mutilado – Roque Santeiro e os bastidores da censura à TV na ditadura” (Companhia das Letras) e apresentadora do podcast “Curti, e daí?”, de educação midiática para adolescentes. Na Folha de S.Paulo, foi repórter da Ilustrada, colunista de educação, editora da Folhinha, de turismo, tecnologia e gastronomia. Atualmente, é repórter especial do jornal. 

Sobre a mediadora 
Luciana Saddi
é psicanalista e escritora, membro efetivo e docente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP), mestre em Psicologia pela PUC-SP e diretora de Cultura e Comunidade da SBPSP (2017/2020). É autora de “Educação para a morte” (Ed. Patuá), coautora dos livros “Alcoolismo – série o que fazer?” (Ed. Blucher) e “Maconha: os diversos aspectos, da história ao uso”. Além disso, Saddi é fundadora do Grupo Corpo e Cultura e coordenadora do Programa de Cinema e Psicanálise da Diretoria de Cultura e Comunidade da SBPSP em parceria com o MIS e a Folha de S.Paulo. 

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