Amelia Toledo – Lembrar de não esquecer
Exibição seguida de bate-papo
18.08
TER
19H
Data
18.08
Horário
19h
Ingresso
Gratuito (retirada com uma hora de antecedência na bilheteria física do MIS)
Local
Auditório MIS (168 lugares)
Classificação
Livre
A vida e a obra de Amelia Toledo (1926-2017), uma das artistas mais inquietas e inovadoras da arte brasileira, ganham um novo olhar no documentário “Amelia Toledo – Lembrar de não esquecer“, que o MIS exibe com a presença do diretor Helio Goldsztejn (“Aqueles dias”) para um bate-papo após a sessão. O filme revela a trajetória de uma criadora que transformava a própria casa em ateliê, indo do desenho de joias à escultura e experimentando com materiais tão diversos quanto acrílico, chapas de metal, pedras e conchas.
Pintora, desenhista, escultora e educadora, Amelia Amorim Toledo nasceu na cidade de São Paulo. Ela construiu uma carreira marcada pela ousadia e pela abertura ao diálogo entre a arte e a vida. Como professora, deixou sua marca em instituições como o Mackenzie e a FAAP, além de ter integrado a equipe da recém-criada Universidade de Brasília, sob a reitoria de Darcy Ribeiro. O golpe militar de 1964 interrompeu sua trajetória no Brasil, levando-a a Portugal com a família por um breve período.
Sobre o convidado
Helio Goldsztejn é diretor-geral e produtor da série ficcional sobre o modernismo “Aqueles dias” (2025, TV Cultura), que teve sua estreia na 48ª Mostra Internacional de Cinema. Dirigiu documentários sobre nomes fundamentais da cultura brasileira, como “Lygia”, sobre a escritora Lygia Fagundes Telles; “Henry Sobel: luz e sombras de um rabino”; “Tomie Ohtake”, que retrata a trajetória de uma das maiores artistas plásticas do país; além de produções sobre Inezita Barroso e o Theatro Municipal de São Paulo, entre outros. Também apresentou o programa de entrevistas Papo de Arte, na Plataforma Cultura em Casa, e dirigiu o documentário “22 em XXI”, no SescTV. Entre 1993 e 2020, esteve à frente do Metrópolis, da TV Cultura, um dos programas culturais mais importantes da televisão brasileira, premiado com o APCA, assim como foi curador das obras de arte exibidas no cenário do programa. Em 2005, criou e dirigiu o Entrelinhas, dedicado à literatura, consolidando sua trajetória como um dos principais nomes na difusão cultural no país. Na TV por assinatura, dirigiu e roteirizou programas como o Saia Justa, no GNT. Fora da tela, foi um dos idealizadores do curso de pós-graduação em Jornalismo Cultural da PUC-SP e atuou como professor da FAAP, também na pós-graduação.




