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Museu da Imagem e do Som

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Festival Cine MIS 2020/2021

Nesse ano, o Festival apresenta uma seleção de 31 filmes, que compõem uma mescla de filmes de realizadores que já atuam no mercado e de produções mais experimentais.

Data

17/12/2021 a 19/12/2021

Horários

De sexta a domingo. Consulte o horário de cada programa.

Ingresso

Ingresso gratuito Reserva on-line: No site da Inti, a partir do dia 10.12, às 12h Retirada presencial: Na bilheteria do MIS, 1 hora antes da sessão (sujeito a indisponibilidade)

Faça uma visita segura ao MIS: Use máscara e mantenha o distanciamento indicado.

Auditório MIS contém 172 lugares.

A Convocatória Festival Cine MIS tem por objetivo criar um espaço de lançamento e difusão de filmes nos gêneros ficção, documentário e animação, captados em qualquer formato, sem limite de duração (curtas, médias e longas-metragens). Na edição de 2020/2021, foram mais de 450 filmes inscritos, de várias regiões do país, que refletem problemáticas sociais diversas a partir das experiências de seus realizadores. É o cinema como espaço de debate das realidades tão distintas que compõem o país, que, mesmo distantes geograficamente, aproximam-se pelos conflitos, amores, sonhos e violências sociais. 

O Festival traz como resultado uma lista de filmes que mostram os diferentes “Brasis” que compõem o Brasil, de Campinas-SP a Porto Alegre-RS, do Rio de Janeiro-RJ a Vitória da Conquista-BA, de Caicó-RN a Salto-SP, de Juiz de Fora-MG a Itu-SP. Capitais e cidades do interior trazendo às telas suas vidas e problemáticas. Nesse ano, o Festival apresenta uma seleção de 31 filmes (curtas, médias e longas-metragens), que compõem uma mescla de filmes de realizadores que já atuam no mercado e de produções mais experimentais de cinema que surgem no país. A programação traz desde “Subsolo”, produção de Porto Alegre que ganhou o Troféu Grande Otelo de Melhor Curta de Animação do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2021 até filmes que terão sua primeira exibição em tela de cinema dentro do Festival. Os filmes selecionados compõem 8 programas que serão exibidos do dia 17 ao dia 19 de dezembro no auditório do Museu da Imagem e do Som de São Paulo e é resultado de uma seleção feita pelo cineasta e curador Duda Leite, pelo roteirista e diretor Felipe Poroger, pela roteirista e diretora Giuliana Monteiro, além da produtora Jéssica Silva e do roteirista Júnior Oliveira que integram a equipe de Produção e Programação do MIS. 

17.12, sexta, às 17h | Programa: Um documento de cinema

Programa: Um documento de cinema
Classificação indicativa – 14 anos
Duração do programa – 58 minutos 

No programa “Um documento de cinema”, o convite é sentar na poltrona e conhecer a história daqueles que adotaram para si o destino de propagar a história do cinema: o diretor Sávio Leite nos conta a trajetória do uruguaio Walter Tournier, um dos grandes cineastas de animação da América Latina; em “Coleção preciosa”, um técnico de refrigeração dedicou mais de 50 anos da sua vida ao cinema, reunindo uma impressionante e vasta coleção; já em “Um documentário brasileiro”, estudantes de cinema discutem a linguagem documental a partir da construção de um imaginário coletivo.   

Walter Tournier
(Dir. Sávio Leite, Minas Gerais, 2020, documentário, 11 min, 10 anos) 

Um retrato do maior cineasta da animação da América Latina. 

Coleção preciosa
(Dir. Filipe Gama e Rayssa Coelho, Bahia, 2021, documentário, 15 min, livre) 

Vivendo na cidade baiana de Vitória da Conquista, o técnico em refrigeração Ferdinand Willi Flick dedicou mais de cinco décadas a cultivar sua grande paixão: o cinema. A relação entre Flick e a sétima arte resultou em uma impressionante coleção de itens de cinema, que ele chamava de “coleção preciosa”. 

Um documentário brasileiro
(Dir. Giovanni Saluotto e Isabella Ricchiero, Campinas, 2021, documentário, 31 min, 14 anos) 

O que pode o cinema pelo Brasil? Estudantes de cinema buscam o propósito de produzir documentários questionando o poder das imagens na construção de um imaginário nacional, a dialética entre representação e realidade, e a ética por trás de imagens difundidas amplamente pelas redes. O objeto dessa pesquisa são as representações de manifestações de rua no país.

17.12, sexta, às 19h | Programa: Identidade negra como resistência

Programa: Identidade negra como resistência
Classificação indicativa –  14 anos
Duração do programa – 63 minutos 

Como os corpos negros são tratados e representados dentro das estruturas sociais brasileiras? Como as identidades negras e suas ancestralidades são espaços de resistência e enfrentamento? Os filmes que compõem o programa são questionamentos e denúncia sobre o racismo que ainda divide e segrega a sociedade. 

Súplicas ao entardecer das rosas: a festa da vida que não fomos convidados
(Dir. Anderson Cosme, São Paulo, 2021, 28 min, 14 anos) 

Do nascimento à morte. Da criação ao fim da vida. Uma história lúdica sobre o racismo estrutural, a vida e o sistema social. 

Tecido, sigilo
(Dir. Lucílio Jota, Rio de Janeiro, 2019, documentário, 15 min, livre) 

Este curta-metragem experimental investiga a forma como corpos negros são percebidos em espaços através de suas roupas. Discute a relação corpo-embalagem, embalagem-espaço. 

Angu recheado de senzala
(Dir. Stanley Júlio Albano, Minas Gerais, 2021, documentário/ficção, 19 min, livre) 

Releitura da história do pastel de angu, patrimônio da cultura mineira que tem na sua origem o período da escravização dos negros e negras no Brasil. A produção é um docu-drama autoficcional que debate racismo, cultura e lugar de fala. É a narrativa de um povo que permanece sem registro, sem livro de receita, biografia ou álbum de foto. É história de uma comida mineira que tem na sua base a escravidão. 

18.12, sábado, às 14h | Programa: Reflexos de um Brasil em crise

Programa: Reflexos de um Brasil em crise
Classificação – 16 anos
Duração do programa – 91 minutos 

Das violências sociais que demarcam o país, de Brumadinho a Belo Monte, das inquietações de trabalhar para sobreviver e conciliar essa árdua tarefa com a maternidade, a luta por sobrevivência nas ruas de São Paulo. O programa reflete sobre a sociedade e as violências que demarcam a existência individual e coletiva do país.  

[O vazio que atravessa]
(Dir. Fernando Moreira, São Paulo/Minas Gerais, 2021, documentário, 23 min, 10 anos) 

Transpassadas pela ganância, duzentas e setenta e duas pessoas foram soterradas pelos rejeitos de minério da companhia Vale em Brumadinho (MG) em 2019. O vazio que agora acompanha os que ficaram jamais será preenchido. Este filme-homenagem é dedicado às vítimas da mineração irresponsável que permanece cobrando seu preço com sangue e devastação. 

Conselheira
(Dir. Rafael Bacelar, Belo Horizonte, 2021, experimental, 23 min, 16 anos) 

“Uma atriz. Uma atriz em cena. Uma atriz mãe. Uma atriz mãe só, em cena. E isso é raro. Pouco se fala sobre isso os bastidores”. Em “Conselheira”, temos as inquietações de uma mulher às voltas com o seu trabalho e o tempo dedicado ao “ser mãe”. Os significados dessa árdua tarefa vão se construindo, as palavras, as sentenças e as ações vão ganhando volume e fazem com que ela entre em conflito consigo mesma e seja arrebatada por fluxos intensos de pensamentos, frente a mais esse trabalho que parece beirar o impossível: cuidar de uma criança. 

Pogrom
(Dir. Guilherme Folly e Fernanda Cavalcanti, Rio de Janeiro, 2018, documentário, 7 min, 14 anos) 

Fazendo uso de imagens de arquivo e discursos oficiais, “Pogrom” é livremente inspirado no texto “Teoria freudiana e o padrão da propagada fascista”, de Theodor Adorno. 

Lora
(Dir. Mari Moraga, São Paulo, 2020, documentário, 17 min, 12 anos) 

Na maior cidade do Brasil, Lora nos conduz a ver o centro de São Paulo através de seu olhar. Lora é uma mulher livre e plena de presença, que apresenta outra forma de pensar sobre pessoas em situação de rua. 

Custos
(Dir. Marilene Ribeiro, Brasil/Inglaterra, 2018, documentário, 20 min, 12 anos) 

“Custos” é um filme sobre resistência. Sobre resiliência. Sobre grandes obras no Brasil. Em resposta ao investimento dos últimos anos na construção de grandes hidrelétricas como solução para o crescimento econômico “sustentável” do Brasil, o curta aborda as transformações que tais empreendimentos ocasionam no ambiente local e nas pessoas que ali vivem. Moradores das regiões atingidas por três projetos de hidrelétricas – Sobradinho (Bahia, 1971-1978), Belo Monte (Pará, 2011-2019) e Complexo Garabi-Panambi (Rio Grande do Sul, planejada para ser construída em um futuro próximo) – desenham, cantam e falam sobre suas percepções acerca das situações vividas em depoimentos emocionados que discorrem sobre a imaterialidade dos custos envolvidos em tais obras. Trata-se de uma reflexão sensível sobre violações, o colapso da natureza, identidade e memórias, agora submersas, porém vivas. 

18.12, sábado, às 16h | Programa: Sobre amor e diversidade

Programa: Sobre amor e diversidade
Classificação – 14 anos
Duração do programa – 56 minutos 

O desejo reprimido, o amor como forma de luta. O programa apresenta, em “Diversidade interiorana”, a diversidade e sua resistência nas cidades do interior. Em “Campo minado”, a sobrevivência dentro de um ambiente hostil, onde o diferente é atacado. 

Diversidade interiorana
(Dir. Vanessa Zenorini, Bragança Paulista/Atibaia, 2021, documentário, 40 min, livre) 

O filme aborda a questão da diversidade LGBTQIA+ em cidades interioranas (região Bragantina, SP) através de relatos de pessoas que resistem e lutam pela causa, contando um pouco de suas vivências e o que fazem para somar na militância, fomentando, assim, a comunidade e aliados. 

Campo minado
(Dir. Jessica Teleze, Itu, 2019, drama, 15 min, 14 anos) 

Baiano, um jogador de futebol nordestino, que atua em um time do interior paulista, está prestes a fechar contrato para jogar na Europa, assim mais próximo do seu sonho de trilhar o caminho dos grandes astros do futebol. Após uma noite de festa, onde conheceu o encantador Jhonny, o rapaz começa a sofrer uma pressão psicológica, pois teme a reação dos colegas do time sobre sua orientação sexual, podendo assim afetar o seu desempenho e colocar o seu contrato em risco. 

18.12, sábado, às 18h | Programa: Meu corpo, nossa identidade

Programa: Meu corpo, nossa identidade
Classificação – 16 anos 
Duração do programa – 68 minutos 

Qual o peso social de um corpo? Quantos espaços se fecham a uma identidade? Neste programa, os filmes questionam o conceito de gênero na sociedade a partir da diversidade de corpos e de conceitos que definem uma identidade. 

Modelo morto, modelo vivo 
(Dir. Leona Jhovs e Iuri Bermudes, São Paulo, 2020, 25 min, 16 anos) 

Manuela, uma mulher trans, ao frequentar uma oficina de desenho de modelo vivo, desperta para sua própria beleza e potência. 

Tirou Minha máscara me deixando apenas de máscara
(Dir. Camilla Jan, Salto, 2020, documentário performático, 11 min, 16 anos) 

Documentário experimental e poético. O curta reflete sobre o gênero como ferramenta de controle e a corpa trans enquanto forma de transcender máscaras sociais. 

Não me chame assim
(Dir. Diego Migliorini, São Paulo, 2020, 16 min, drama, 14 anos) 

Daniela recebe a notícia de que sua tão aguardada cirurgia de redesignação de gênero foi antecipada e não consegue pensar em outra coisa. Seu amante, Roberto, tenta dissuadi-la da operação, revelando uma controversa relação que desperta angústias e crises. 

Memória de quem (não) fui
(Dir. Thiago Kistenmacker, Rio de Janeiro, 2021, drama, 15 min, 16 anos) 

A morte de Marina transforma seu passado em herança. Sua memória e o retrato de sua identidade são reféns em uma disputa pelo reconhecimento de seu gênero. 

 

19.12, domingo, às 14h | Programa: Poesia urbana

Programa: Poesia urbana
Classificação – Livre
Duração do programa – 71 minutos 

Rezadeiras, trabalhadoras de fábricas, mães negras da favela. Na produção de Daniel Fagundes, a concretude violenta das periferias dos grandes centros ganha um olhar poético pela experiência de vida de Dona Edite. 

O olhar de Edite 
(Dir. Daniel Fagundes, Minas Gerais, 2021, documentário, 70 min, livre) 

Dona Edite (mineira de Pirapora-MG) é uma mestra da literatura periférica de São Paulo e da cultura popular. Por meio de sua interpretação poética, diversos personagens oprimidos da história ganham vida: as mulheres roceiras, as rezadeiras, o trabalhador das fábricas, as mães negras das favelas e tantas outras. Dona Edite é deficiente visual, mas vê o mundo pelos olhos da poesia, recitando textos e canções no Sarau da Cooperifa, onde é diva e rainha do lugar. 

19.12, domingo, às 16h | Programa: Minha existência

Programa: Minha existência
Classificação – 12 anos 
Duração do programa – 90 minutos 

A experiência do luto, o resgate da memória afetiva de um passado e as vivências de um indivíduo dentro das relações sociais. Este programa é um conjunto de produções que refletem individualidades e relações íntimas dentro de universo coletivo onde o tempo é um elemento fundamental  

Fole 
(Dir. Lourival Andrade, Caicó, 2021, 20 min, 16 anos) 

Inspirado no conto de W.J. Gama, “Fole” fala do amor entre pai e filho, sertanejos que nutrem o amor pela música e pelo João Redondo. Seu Luiz Basílio confecciona bonecos e dá vida a eles tocando seu fole, Nozinho é o manipulador. Cadu quebra essa harmonia com uma tragédia, que dá espaço à esperança mesmo num momento de profunda tristeza. 

25 anos sem asfalto
(Dir.:Fabi Andrade, São Paulo, 2020, 15 min, livre) 

Rose se empenha para garantir a Pedro um futuro melhor do que uma vida confinada entre as ruas de terra do bairro e o asfalto da cidade, quando um acontecimento inesperado a fará se conectar ao cotidiano de pequenas aventuras do filho. 

Eterni
(Dir. Iago Sartini, São Paulo, 2021, documentário, 14 min, livre) 

Para tentar me recuperar da tristeza pela morte do meu irmão mais novo, morto devido a uma doença cerebral que o fez perder a memória e degenerar seu corpo, eu viajo a um lugar extremo do planeta. Sozinho, naquele lugar, no alto de uma montanha e à beira de um abismo, eu, enfim, encontro um equilíbrio entre vida e morte. Dois anos depois, retorno àquele lugar e, de modo subjetivo, conto que somente lá, na Terra do Fogo, com frio, exausto e com o corpo dolorido por subir montanhas, eu pude ver o rosto de meu irmão e provar um fragmento de conforto. 

Jovem que desceu do Norte 
(Dir. Ana Teixeira, Hortolândia, 2021, documentário, 16 min, livre) 

O sertão é reconstruído a partir das memórias de cinco migrantes que vieram para o interior de São Paulo há alguns anos. Através do poder da oralidade, eles nos transportam para esse espaço e contam o universal e o singular da juventude vivida ali.

O céu de lá 
(Dir. Bernardo Tavares Rosa, Rio de Janeiro, 2021, documentário, 25 min, 12 anos) 

Sobre a casa de Maria e Luiza, em Duque de Caxias, passam aviões. Todos os dias o lugar estremece com o barulho do céu. As duas moram no lugar há cinquenta anos, mas suas histórias não começaram ali. 

19.12, domingo, às 18h | Programa: Todas as narrativas em tela

Programa: Todas as narrativas em tela 
Classificação – 14 anos 
Duração do programa – 84 minutos 

Sentimentos universais, todas as abordagens narrativas e todas as experimentações audiovisuais, do drama à fantasia, do terror à videoarte. Neste programa, apresentamos um mosaico de produções que, além de contar estórias, é também um experimento de linguagem. 

Antônia 
(Dir. Flávio Carnielli, Paulínia, 2020, 9 min, 14 anos) 

Interior do Brasil, século 19. Após perder a filha e a neta para a varíola, um casal de idosos decide abandonar suas crenças e tomar uma medida drástica contra o que consideram uma injustiça divina. 

Três graças 
(Dir. Luana Laux, Muqui, 2020, 19 min, 10 anos) 

Numa fazenda no interior do Brasil que abriga uma antiga casa-grande e uma fábrica de cachaça, três irmãs vivem uma ciranda do destino: pedem à Virgem Maria a graça para um desejo que, ironicamente, é a outra quem realiza. 

Onde o homem vira o bicho e o bicho vira o homem 
(Dir. Erick Cindra, Rio de Janeiro, 2020, experimental, 11 min, 12 anos) 

Em que bicho você jogaria se fosse jogar no jogo do bicho? No filme, o dono de lotérica imerso em seu massivo cotidiano decide fechar seu pequeno negócio para ir à Praça Saens Peña e refletir em que animal escolherá para seu jogo. Curta-metragem situado entre a transicional forma de narração documental para a ficcional. 

De mãos atadas 
(Dir. Bianca Iatallese, São Paulo, 2021, drama, 8 min, 10 anos) 

A casa das irmãs Carol e Paula, deixou de ser um lar desde a presença masculina do namorado de Paula. A tensão aumenta quando uma briga expõe a violência vivida diariamente entre o casal. 

eth_OS 
(Dir. Victor Galles, Santa Catarina/São Paulo, 2021, videoarte, 9 min, 14 anos) 

Sinta em seus olhos, raios catódicos, correntes sanguíneas e memória RAM, um mundo instigante de conhecimento e possibilidades oferecido pelo sistema eth_OS. O que você idealizar está ao alcance da máquina, até mesmo a (auto)destruição. 

Aruã e a sombra 
(Dir. Catharina Felix, Rio de Janeiro, 2020, animação, 5 min, livre) 
No dia seguinte, não havia mais ninguém na cidade. De companhia, Aruã só tinha a própria sombra. "Aruã e a Sombra" é um filme em formato de cordel que fala sobre autoconhecimento, sobre aprender a conviver em paz com nossa própria escuridão. Realizado de forma remota durante a pandemia, o curta aborda os sentimentos que afloraram nesse período tão difícil. 

Olho além do ouvido 
(Dir. Bruna Schelb Corrêa e Luis Bocchino, Juiz de Fora, 2020,  15 min, livre) 

Menina faz pesquisas secretas em uma terra onde todos escolheram ficar de olhos fechados. Diante de uma descoberta imprevista, sai sozinha em uma jornada onde encontra conhecimentos e uma outra viajante chamada Professora. Dedicado a todos professores e pesquisadores do Brasil. 

Subsolo 
(Dir. Erica Maradona, Porto Alegre, 2020, animação, 8 min, livre) 

Três amigos frequentam diariamente a mesma academia em busca de corpos ideais. Apesar de assíduos, convivem com os frustrantes deslizes que acontecem longe das esteiras, fazendo girar as engrenagens de um ciclo interminável. 

Governo do Estado de SP