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Museu da Imagem e do Som

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MÚSICA PARA LER

“Três tiozinhos conversando sobre rock”. Essa é a definição de André Forastieri para esse bate-papo sobre música do qual participa com os jornalistas e escritores André Barcinski e Ricardo Alexandre. Gratuito!

Data

12/08/2014

Horários

19h

Sujeito à lotação da sala – retirada de ingressos com uma hora de antecedência na Recepção MIS
Classificação: livre

“Três tiozinhos conversando sobre rock”. Essa é a definição de André Forastieri para esse bate-papo sobre música do qual participa com os jornalistas e escritores André Barcinski e Ricardo Alexandre. Além do bate-papo, acontece a noite de autógrafos dos livros Pavões misteriosos – 1974-1983: A explosão da música pop no Brasil (Editora Três Estrelas), de André Barcinski, O dia em que o rock morreu, de André Forastieri, e Dias de luta e Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar, ambos de Ricardo Alexandre. Os três últimos publicados pela Arquipélago Editorial. Uma noite dedicada à música e à literatura.

 

Sobre os livros e autores

Pavões misteriosos – 1974-1983: A explosão da música pop no Brasil, de André Barcinski
O livro conta a história de um período negligenciado pela bibliografia musical brasileira: o surgimento da cena pop em meados dos anos 1970. Entre os temas abordados estão o sucesso dos discos de novela, a popularização das rádios FM, a explosão da discoteca no Brasil e o fenômeno dos “falsos gringos”, cantores brasileiros que faziam sucesso cantando em inglês. Barcinski também relata como o pop dominou o Brasil, abrindo caminho para a geração do “BRock” de Legião Urbana, RPM e Ultraje a Rigor. O autor entrevistou cerca de 70 pessoas, entre músicos, produtores e executivos, e fez uma extensa pesquisa em arquivos e livros.
André Barcinski nasceu em 1968. Escreveu cinco livros e dirigiu dois filmes. Venceu o Prêmio do Júri do Festival de Sundance (EUA) pelo documentário Maldito (2001), sobre Zé do Caixão, e o prêmio Jabuti de melhor livro-reportagem por Barulho (1992). Atualmente, dirige programas de TV para o Canal Brasil, é colaborador especial da Folha de S. Paulo e colunista do portal R7.

O dia em que o rock morreu, de André Forastieri
Lançado em Abril, o livro é uma viagem por 25 anos da crítica musical. O jornalista André Forastieri selecionou, costurou e atualizou textos que escreveu para os mais diversos veículos da imprensa brasileira. O autor disseca ícones mortos, comoLennon, Hendrix, Lou Reed, Amy Winehouse, Joe Strummer e mais; enterra o rock brasileiro; se despede das revistas de música, das capas de discos, da MTV, da indústria fonográfica; e fecha a publicação reencontrando Kurt Cobain vinte anos após sua morte, com tudo que escreveu sobre o Nirvana e a entrevista que fez com Kurt.  
André Forastieri escreve sobre música — e qualquer outra coisa que lhe passe pela cabeça — desde 1988. Começou como repórter na Folha, editou as revistas Bizz e Set e depois fundou suas próprias revistas (General, Herói, Play) e empresas e tem outras publicações pelas suas editoras Conrad e Pixel. É diretor de conteúdo da Tambor, empresa de comunicação especializada em games. Em 2014 voltou às grandes redações, como editor-executivo de entretenimento do portal R7.com. 

Dias de luta e Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar, de Ricardo Alexandre
Em Dias de luta, livro de estreia do jornalista, a história do rock brasileiro dos anos 80, da ascensão à queda, é reconstituída com precisão por Ricardo Alexandre, após seis anos de pesquisa e reportagem. O livro foi publicado em 2002 e se tornou uma referência indispensável para quem quer conhecer essa década extraordinária e seus personagens. Em 2013, foi lançada a segunda edição do livro, revista, corrigida e atualizada.

Já em Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar, Ricardo Alexandre faz um retrato da música pop produzida por Raimundos, Skank, Chico Science & Nação Zumbi, Charlie Brown Jr., Planet Hemp, Mamonas Assassinas e tantos outros – uma geração que ganha significado histórico a cada ano que passa. Um retrato reflexivo e emocionante, feito por quem estava lá, nos shows, nos estúdios e nos bastidores.
Ricardo Alexandre nasceu em 1974 em Jundiaí (SP). É jornalista e escritor, autor de Nem vem que não tem: a vida e o veneno de Wilson Simonal, vencedor do Prêmio Jabuti de melhor biografia de 2010. À frente da Tudo Certo Conteúdo Editorial, produziu e dirigiu os documentários Napalm: O som da cidade industrial e Júlio Barroso: Marginal conservador. Dirigiu as revistas Bizz, Época São Paulo e Trip, além de ter sido repórter e crítico musical do jornal O Estado de S. Paulo e ter seus textos publicados em veículos como Carta Capital, Época, Vida Simples, Superinteressante e Folha de S. Paulo, entre outros.

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